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    <title>Internet | ANSOL - Associação Nacional para o Software Livre</title>
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    <description>Internet</description>
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      <title>Internet</title>
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      <title>Encontro Portugal Digital</title>
      <link>https://ansol.org/eventos/2014-11-20-encontro-portugal-digital/</link>
      <pubDate>Tue, 25 Nov 2014 18:00:00 +0000</pubDate>
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      <description>&lt;h3&gt;Como Potenciar Velhos Negócios nas Novas Plataformas?&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A &lt;em&gt;Internet&lt;/em&gt; apresentou-se aos consumidores, nos últimos 15 anos de forma, crescentemente atraente. Desde o início da implantação da banda larga em Portugal temos progressivamente vindo a ter acesso a ofertas de crescente velocidade, fiabilidade e&amp;nbsp; mobilidade. Muito dificilmente alguém dos nossos dias sentirá saudades dos &lt;em&gt;modems&lt;/em&gt; de 28kps, do telefone “impedido” pela Internet e do tempo em que WWW significava &lt;em&gt;World Wide Wait&lt;/em&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A maior parte das indústrias percebeu o fenómeno a adaptou-se a tempo. É por isso que na Internet se transaccionam, hoje em dia, quase todo o tipo de mercadorias desde bilhetes de avião a livros (novos e usados), passando por dispositivos electrónicos,&amp;nbsp; software as a service e muitas coisas mais. De facto, o comercio online está perfeitamente estabelecido e permite não só a aquisição dos produtos habituais, que ficaram disponíveis neste novo canal, mas também a aquisição de produtos muito especializados que dificilmente se encontrariam de outra forma em mercados pequenos, como tradicionalmente é o do nosso país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Há no entanto um subconjunto da indústria que acordou tarde para esta realidade, se é que acordou de facto, e pretende rebater os efeitos colaterais de sua própria inacção - o discurso é o mesmo de há 15 anos - com novos impostos sobre a população, por via da taxação de diversos tipos de dispositivos electrónicos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A propósito da tão contestada &lt;a href=&#34;https://c.ansol.org/pl246&#34;&gt;proposta de Lei da Cópia Privada (PL/246)&lt;/a&gt;, a FCUL disponibiliza espaço para um debate sobre o futuro dos conteúdos digitais, a necessária mercantilização&amp;nbsp; de que os consumidores têm estado anos à espera e a re-credibilização de uma indústria que pouco mais tem feito do que antagonizar os seus próprios clientes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;Trata-se de um encontro pró-digital, pró-Internet e pró-modernidade para o qual está confirmada a presença das seguintes individualidades:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mário Jorge Silva – professor universitário no IST&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pedro Ramalho Carlos – empreendedor e ex-gestor de operador de comunicações&lt;/li&gt;&lt;li&gt;José Valverde – presidente da AGEFE&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Maria João Nogueira – blogger, comunicadora&lt;/li&gt;&lt;li&gt;José Magalhães - deputado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Michael Seufert - deputado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gustavo Homem – empreendedor e ex-dirigente associativo do sector das TIC&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rui Seabra – presidente da ANSOL&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A discussão, moderada por Pedro Veiga (professor catedrático na FCUL), estará centrada nas soluções para um mercado de conteúdos moderno, soluções que permitam a aquisição prática e flexível de conteúdos protegidos por direito de autor, sem onerar dispositivos de armazenamento que em muitos casos alojam apenas dados de trabalho ou simplesmente dado pertencentes ao seu proprietário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O evento pretende apontar soluções para sustentabilidade do mercado digital compatíveis com o respeito pelos consumidores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A entrada é livre e apenas limitada pela capacidade do anfiteatro (180 lugares).&lt;/p&gt;
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